Juliano Cazarré conta treta do treinamento com BOPE: ‘Tinha certeza que alguém ia morrer’
Quando a realidade supera a ficção Sabe aquele filme que a gente acha que é tudo cena de cinema mesmo? Pois é! Juliano Cazarré abriu o jogo sobre bastidores polêmicos de Tropa de Elite e, vira só que barato: o ator tinha CERTEZA de que alguém ia se machucar de verdade durante as gravações. Não […]
Quando a realidade supera a ficção
Sabe aquele filme que a gente acha que é tudo cena de cinema mesmo? Pois é! Juliano Cazarré abriu o jogo sobre bastidores polêmicos de Tropa de Elite e, vira só que barato: o ator tinha CERTEZA de que alguém ia se machucar de verdade durante as gravações. Não é brincadeira não!
O galera foi convidado para participar do “Que História É Essa, Porchat?” na terça (31) e soltou a bomba sobre o treinamento intenso que rolou com o BOPE antes de gravar o clássico de 2007. E olha, isso não foi nem perto de uma aula de yoga, viu?
O aviso que congelou
Quando Cazarré chegou para se preparar para fazer uma ponta no filme como um dos policiais do capitão Nascimento (aquele vivido por Wagner Moura que marcou época), os caras do BOPE deixaram bem claro: “Se os senhores contarem essas histórias, vamos fazer uma visitinha para vocês”. Isso é o que a gente chama de ameaça disfarçada de brincadeira, né não?
O ator passou duas semanas se preparando e, caramba, foram DUAS SEMANAS PESADAS demais. Durante as cenas de ação, o negócio ficava tenso do jeitão que a gente vê no filme: gritos de “ação” que viravam “estouro de boiada”, tapão na cara, pé no pescoço… era tudo muito real mesmo!
O terror psicológico que saiu de primeira
Mas aqui vem o detalhe que faz você arrepiar: Cazarré contou que durante o treinamento viu os policiais usarem um táticas de “amedrontamento psicológico” que era tipo, colava um policial em cada orelha da pessoa e ia: “Tenente, acho que ele quer sair”. Genial de assustador, né?
O ator achou tão interessante essa tática que transportou para o filme. Tipo, quando você entende a rotina de verdade de quem trabalha na ponta da linha de frente, qualquer coisa que você grava depois fica com outro peso. Não é só atuar, é viver aquilo de alguma forma.
Depois dessa história, só queremos saber de uma coisa: será que Cazarré ainda dorme tranquilo à noite ou toda vez que ouve um barulho estranho fica pensando que o BOPE foi fazer aquela “visitinha” prometida? Porque se foi assim com ele, imagina só com a gente em casa assistindo o filme…
