Documentário alega que a princesa Diana previu a própria morte dois anos antes do acidente fatal

Documentário alega que a princesa Diana previu a própria morte dois anos antes do acidente fatal

Dois anos antes de seu acidente fatal, a princesa Diana supostamente previu que ela morreria em um acidente de carro.

A revelação – que veio a ser conhecida como a “Nota Mishcon” – é discutida detalhadamente na próxima série documental, The Diana Investigations, exibida pelo Discovery +, da qual o portal The Daily Beast obteve uma prévia que rapidamente viralizou.

Em outubro de 1995, Diana solicitou uma reunião privada com seu então consultor jurídico pessoal, Victor Mishcon, supostamente para “falar a ele sobre algo que estava em sua mente”.

Mishcon fez anotações diligentes dessa conversa, durante a qual Diana supostamente disse que “fontes confiáveis”, que ela não quis nomear, a informaram “que um acidente de carro pode ser encenado”. Diana teria então supostamente previsto que ela “ou acabaria morta ou ficaria gravemente ferida.”


Trailer do documentário The Diana Investigations, do Discovery+. (Vídeo: Reprodução/YouTube)


Em 31 de agosto de 1997, Diana – junto com o namorado, Dodi Al-Fayed, e seu motorista, Henri Paul – morreu depois que Henri bateu com o carro contra uma coluna a 104 km/h no túnel Pont de l’Alma, em Paris. O motorista estava sob a influência de álcool e drogas prescritas, mas também estava tentando se esquivar dos ​​paparazzi, que os seguiam em motocicletas.


Imagem do documentário The Diana Investigations, do Discovery+. (Foto: Divulgação/Discovery+)


De acordo com as informações exibidas no documentário, Mishcon entregou as  anotações do seu encontro com Diana ao comissário da Polícia Metropolitana de Londres na época, Sir Paul Condon, mas foi só depois que o sucessor, John Stevens, assumiu o posto que o público foi informado da existência da nota, já que Condon a havia trancado em um cofre.

“Quando o legista anunciou seu relatório, eu me certifiquei de que a carta fosse imediatamente entregue ao legista, que na época era Michael Burgess e posteriormente se tornou Lord Justice Scott Baker”, disse Lord Stevens ao Daily Beast. “Eu me encontrei com Lord Mishcon mais ou menos um mês antes de sua morte, por volta da primavera de 2005, e ele mencionou o fato de que ele achava que [Diana] era paranoica, e ele não tinha dado muito crédito [para a nota].”

Houve ainda uma segunda carta supostamente escrita pela princesa em outubro de 1996, dois meses após o divórcio com o príncipe Charles, que ecoou uma premonição semelhante. O mordomo de Diana, Paul Burrell, a publicou em seu livro, A Royal Duty, publicado em 2003.

“Estou sentada na minha mesa hoje, em outubro, desejando que alguém me abrace e me encoraje a me manter forte e manter minha cabeça erguida”, escreveu Diana. “Esta fase da minha vida é a mais perigosa – meu marido está planejando um ‘acidente’ no meu carro, falha nos freios e ferimentos graves na cabeça para deixar o caminho livre para ele se casar com Tiggy.”

Tiggy Legge-Bourke era assistente pessoal do príncipe Charles e Diana foi influenciada a acreditar que existia um affair entre os dois pelo jornalista da BBC, Martin Bashir, usando documentação falsa de um suposto aborto.

As investigações do acidente que vitimou Diana concluíram “com 100 por cento de certeza” que não havia conspiração para assassinar a Princesa de Gales, se tratando apenas de um trágico acidente.

The Diana Investigations estreia nesta quinta-feira, 18 de agosto, na plataforma de streaming do Discovery + e em 21 de agosto no Channel 4 no Reino Unido.

Foto Destaque: Princesa Diana. Divulgação/Discovery+

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